Missão
Acolher pessoas com deficiência e suas famílias, garantindo acesso a informação, convivência e aos direitos previstos em lei.
Associação sem fins lucrativos
A Acolher reúne famílias, pessoas com deficiência e voluntários de Salinópolis, no Pará, em torno de um objetivo simples e urgente: que ninguém fique de fora — da escola, da praia, da saúde, da festa, da vida da cidade.
Sobre nós
Receber um diagnóstico de autismo ou de deficiência costuma vir acompanhado de uma pergunta difícil: e agora, por onde começo? Em cidades do interior, a resposta quase nunca está pronta. Faltam serviços, falta informação e, muitas vezes, falta alguém que já tenha passado por aquilo para dizer que é possível.
A Acolher nasceu dessa lacuna. Somos famílias que se encontraram, trocaram telefone, dividiram laudo, terapia, transporte e esperança — e decidiram que aquilo precisava virar algo maior do que um grupo de mensagens. Hoje, acolhemos quem chega, orientamos sobre direitos e insistimos, com educação e paciência, para que Salinópolis seja uma cidade inclusiva de verdade.
Acolher pessoas com deficiência e suas famílias, garantindo acesso a informação, convivência e aos direitos previstos em lei.
Uma Salinópolis em que escola, saúde, comércio e lazer sejam acessíveis sem que a família precise brigar por isso.
Escuta sem julgamento, protagonismo das pessoas atípicas, respeito à diversidade e transparência com quem nos apoia.
O que fazemos
Rodas de conversa e apoio entre pais, mães e cuidadores. Quem chegou ontem aprende com quem já anda esse caminho há anos.
Ajuda prática para entender o diagnóstico, tirar a CIPTEA, matricular na escola com apoio e acessar serviços de saúde e assistência.
Ações em escolas, no comércio e nas praças — com força especial no 2 de abril, Dia Mundial de Conscientização do Autismo.
Diálogo com o poder público municipal por atendimento prioritário, acessibilidade e educação inclusiva que saia do papel.
Direitos
Muita gente deixa de exigir o que é seu por direito simplesmente porque não sabe que existe. Estas são as leis que sustentam boa parte do nosso trabalho — vale guardar os números.
Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e determina que a pessoa com TEA é considerada pessoa com deficiência para todos os efeitos legais.
A Lei Brasileira de Inclusão. Garante acessibilidade, educação inclusiva e proíbe recusa de matrícula ou cobrança extra por causa da deficiência.
Cria a CIPTEA, a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, que facilita a identificação e o acesso ao atendimento prioritário.
Assegura atendimento prioritário a pessoas com TEA e com mobilidade reduzida e oficializa o uso da fita quebra-cabeça como símbolo dessa prioridade.
Onde atuamos
Salinópolis fica a cerca de 220 km de Belém, no nordeste paraense, e é conhecida pelas praias do Atalaia e do Maçarico. São pouco mais de 44 mil habitantes em 226 km² — número que multiplica a cada temporada de veraneio.
É uma cidade que vive de turismo e pesca, e que ainda tem muito a caminhar em acessibilidade: calçada sem rampa, praia sem cadeira anfíbia, escola que recebe a criança mas não sabe o que fazer com ela. A Acolher existe para encurtar esse caminho.
Dados populacionais e territoriais: IBGE — Cidades e Estados (Censo 2022).
Como ajudar
Precisamos de professores, terapeutas, fotógrafos, gente para montar barraca em ação de rua e gente boa em planilha. Sério: planilha.
Qualquer valor ajuda a manter as ações, o material das oficinas e o transporte das famílias que moram longe do centro.
Chave PIX a divulgar — fale com a gente enquanto isso.
Compartilhar nossas publicações faz mais diferença do que parece: é assim que a próxima família com dúvidas encontra a associação.
Comércios e pousadas de Salinópolis podem apoiar ações, ceder espaço e treinar suas equipes para o atendimento prioritário.
Fale com a gente
Se você acabou de receber um diagnóstico, se tem uma dúvida sobre direitos ou se simplesmente quer ajudar — mande mensagem. A gente responde.